Parisse e os jogadores do ano

Outubro 15, 2008 at 3:02 am | In Uncategorized | Leave a Comment

Continuando a saga do vídeo de semana passada, vou falar hoje sobre o número 6 que fez a jogada com o Hernández: o italiano Sergio Parisse.

Parisse comemora uma vitória azzurra

O capitão italiano comemora uma vitória azzurra


Capitão da seleção italiana vestindo a número 8, Parisse foi um dos 5 indicados para o Prêmio de Jogador do Ano do IRB. Naturalizado italiano, mas nascido em La Plata, na Argentina, Parisse é o primeiro italiano a ser indicado para o prêmio.

Parisse disputa bola com Shane Williams, em jogo do 6 Nations de 2007

Parisse em disputa com Shane Williams, no jogo do 6 Nations de 2007 em que a Itália venceu por 23-20

O scrum-half escocês Mike Blair, o abertura All Black Dan Carter (vencedor de 2005), e a dupla galesa Shane Williams e Ryan Jones, respectivamente ponta e oitavo, são os outros indicados ao prêmio que acontecerá no dia 23 de novembro, em Londres.


“O Prêmio de Jogador do Ano do IRB é o maior reconhecimento que um jogador pode receber, e leva em conta performances em todos as partidas de seleções jogadas durante o ano, incluindo o RBS Six Nations, Tri Nations, e os Tests de junho/julho,” comenta Bernard Lapasset, presidente do IRB.


Os encarregados para escolher os 5 indicados foram Tana Umaga (Nova Zelândia), Raphaël Ibanez (França), Will Greenwood (Inglaterra), Francois Pienaar (África do Sul), Agustin Pichot (Argentina), Gavin Hastings (Escócia), Scott Quinnell (Gales), Paul Wallace (Irlanda) e John Eales (Austrália), que analisaram mais de 47 horas de ação em 35 partidas, dando pontos aos 3 jogadores que na opinião deles, se destacaram em cada embate.


E para o deleite das meninas que lêem o blog, a última campanha da D&G com jogadores italianos Sergio Parisse, Denis Dallan, Ezio Galon, Andrea Masi and Gonzalo Canale.

Enquanto isso, no mundo do rugby…

Outubro 1, 2008 at 2:26 am | In Uncategorized | Leave a Comment

Pois é, minha gente, nosso blog parece sofrer de DDA, por isso passa alguns meses sem postagens. Infelizmente algumas notícias acabam ficando para trás.

Desde o último post em Maio (vergonha) falando da Magners League, muita coisa aconteceu:
O Munster, da Irlanda, time para o qual eu torço e sempre falo, foi campeão da Heineken Cup.
O Wasps levou de novo a taça Inglesa, vencendo os tigres de Leicester, repetindo a dose da Heineken 06/07.
Triple Crown já seria suficiente para elevar a moral dos dragões galeses? Então segura o Grand Slam e o título do Six Nations!
No hemisfério sul (de quem eu vou tentar falar um pouco mais), os australianos do Waratahs não foram páreo para Richie McCaw e seus Crusaders.
A Currie Cup já começou e está para acabar! dia 3 e dia 4 tem os últimos jogos das etapas em chaves, e dias 11 e 25 são as semi-finais e finais.
Um monte de jogadores se machucou seriamente, por exemplo o inglês Danny Cipriani, o novo abertura sensação, que teve o tornozelo fraturado em um jogo pelo Wasps. Mas como eu demorei tanto para voltar a postar ele já até se recuperou, diga-se de passagem, com DOIS meses de antecedência. (Nota mental: fazer um perfil do sujeito e postar o vídeo da fratura.) Até o clássico Wilkinson se machucou, voltou e já é estrela de novo.
Mais alguns jogadores se aposentaram, como é o recente caso de Percy Montgomery, o full back sul-africano que realizou sua centésima segunda partida pelos Springboks a algumas semanas.

Essa semana ainda o calendário será atualizado com as datas dos campeonatos que já estão a começar.

A Magners começou dia 5. Premiership no dia 6. Heineken dia 10 de outubro.
Super 14 só em fevereiro do ano que vem (talvez por isso o êxodo dos jogadores do sul para o norte). Mas ano que vem os play-offs terão 6 times, e não apenas quatro como de costume.
A Air New Zealand Cup está de vento em popa, e assim como a Currie Cup, acaba no dia 25.

O Tri nations vai acabou a algumas semanas, com o encontro dos All Blacks e os cangurus australianos. O australianos vinham de uma ótima campanha, mas com uma atuação digna de vaias contra os sul-africanos no dia 13 de setembro (53-08), e os All Blacks que não vinham jogando tão bem fizeram cair uma chuva de pontos sobre os samoanos em um amistoso no meio daquela semana (101-14). Quem ganhou levou a taça que, de 13 torneios, ficou pela nona vez na sala de troféus dos Neozelandeses, e apenas 2 anos em cada um dos outros países.

De Villiers é o novo técnico dos Springboks

Janeiro 20, 2008 at 3:11 pm | In Copa, África do Sul | Leave a Comment
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Atual campeão do mundo, a África do Sul nomeou esse mês seu novo técnico: Peter De Villiers.

Com a conturbada saída do premiado Jake White ainda no final do ano passado, De Villiers ficou com o peso de uma seleção recém-coroada melhor do mundo.

Por ser o primeiro técnico negro dos Springboks, há a crítica de que sua indicação tenha sido puramente racial. O novo técnico teve que disputar o cargo com mais três técnicos, entre eles Heyneke Meyer, que era o favorito na disputa. Meyer recebeu votos de 77% entre 258 membros da SARPA (Associação de jogares de rugby sul-africanos).

Os dirigentes negam que a razão da escolha seja racial, afinal De Villiers comandou os Emerging Springboks e liderou a seleção sub-21 ao título mundial em 2005, entre outras conquistas com clubes sul-africanos, provando que é um “líder forte, um técnico com gabarito comprovado”, segundo as palavras de Johan Prinsloo, chefe executivo da SARU (South African Rugby Union).

Oregan Hoskins, presidente da SARU, disse que o desejo de diminuir as diferenças raciais no rugby também foi um dos pontos levados em conta. “A indicação não teve apenas motivos de rugby, levamos em conta a questão da transformação no rugby muito, muito seriamente quando tomamos a decisão.”

O primeiro Test match de De Villiers será contra Gales dia 7 de junho, e ele já disse que não fará mudanças substanciais, mas que tem trabalho duro para a equipe.

Martin Corry e Raphael Ibañez se aposentam

Janeiro 11, 2008 at 9:53 pm | In Uncategorized | 4 Comments

Parece que é a época das lendas do rugby se aposentarem. Essa semana o inglês Martin Corry e o francês Raphael Ibañez anunciaram a retirada de campo.

Martin Corry comemora a vitória sobre a Austrália na final da Copa de 2003

Martin Corry ainda era uma das opções de Brian Ashton para a escalação do Six Nations, mas avisou o técnico por telefone recentemente sobre sua despedida. O jogador de 34 anos disse que quer dar espaço para a nova geração.

Motivo de esperança para os torcedores, alguns terceiras-linhas jovens como James Haskell, Tom Rees, Tom Croft e Jordan Crane são alguns dos nomes que ajudaram a ascensão da equipe às finais da Copa.

O terceira-linha teve que batalhar muito para se tornar titular absoluto da seleção inglesa e entrar no lugar de um dos membros da Santíssima Trindade: Hill, Dallaglio e Back.

Detentor de 64 caps, o ex-capitão é um dos jogadores mais respeitados dentro e fora de campo. Mesmo os conflitos com o ex treinador Andy Robinson por causa do retorno de Dallaglio em 2006, Corry fez questão de não reclamar, e seu comprometimento com o time foi fundamental na virada de mesa durante a Copa do ano passado.

Oitavo do clube inglês Leicester, disse que agora prefere ficar com a família e com o clube a ter que viajar com a seleção.

Ibañez é tackleado na partida de bronze na última Copa do Mundo, na França

Ibañez foi capitão da seleção francesa nas Copas de 1999 e 2007, e ficou perto dos 100 caps. Assim como Corry, o hooker francês se decidiu por causa dos objetivos da nova equipe técnica do Le Bleus. Eles querem colocar jogadores jovens para que a equipe esteja forte na copa de 2011.

Faltando apenas 2 jogos para completar a marca dos 100, Ibañez liderou os galos a 2 Grand Slams e uma final de Copa, em 1999. Capitão em 41 partidas, ele disse que pelo menos até o final da temporada continuará jogando pelo London Wasps.

Ele já abandonou a camisa nacional uma vez, em 2003, mas voltou dois anos depois.
Seu primeiro jogo foi em 1996 contra a seleção de Gales, e o último foi na disputa pelo bronze na Copa, contra a Argentina, jogo que o fez reclamar da atitude dos Pumas dentro de campo. Nada que tirasse o brilho da conquista dos hermanos nem da carreira brilhante de Raphael.

Sobre a aposentadoria do jogador, o presidente da Federação Francesa de Rugby Bernard Lapasset disse que “ele está pronto para virar a página”. Acrescentou ainda: “é verdade que eu disse que devemos propor para esse rapaz um carreira como técnico”

O que foi a copa, o que ela deve ser.

Janeiro 10, 2008 at 7:09 am | In Uncategorized | Leave a Comment

Hino da Copa.
Quem ouve o podcast Total Rugby da IRB já ouviu na vinheta. Destaque para a bela Katherine Jenkins de Gales:

PS: Faltou argentina nesse clipe. Foi feito antes da copa!

E um clipe do que foi a copa de 2007, para emocionar jogadores e não-jogadores:
Summary of the World Cup

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Hugo Porta é o novo representante argentino na IRB

Janeiro 6, 2008 at 9:21 pm | In Argentina, Uncategorized | 1 Comment
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Na última reunião do Conselho Diretivo da União Argentina de Rugby em 28/12 ficou decidido que o ex-jogador Hugo Porta é o novo representante do rugby argentino, nomeado no lugar de Carlos Tozzi.

Hugo Porta em foto de 1977, preparando mais uma das conversões que o deixaram famoso

Hugo Porta foi capitão dos Pumas e recebeu 65 caps. Agora ele é o encarregado de negociar a inclusão no Tri-Nations ou no Six Nations. Para quem não está familiarizado com os termos, Tri-Nations é o torneio entre Nova Zelândia, Austrália e África do Sul, e o Six Nations o torneio entre Inglaterra, Irlanda, Pais de Gales, Escócia, França e Itália.

“Minha função é representar o rugby argentino, coisa que eu já fiz em campo e agora farei na dirigência” declarou ele. “O principal objetivo é seguir sendo considerados como parte do primeiro escalão e obviamente tratar de encontrar a forma, que já começamos a fazer, para que a Argentina se insira definitivamente no rugby profissional.”

Porta foi embaixador da Argentina na África do Sul em 1991, e em 1994 se tornou Ministro do Esporte. Ocupava até agora o cargo de Presidente da Confederação Sul-americana de Rugby, de onde mantém uma boa relação com o presidente da IRB, Bernard Lapasset, com quem se encontrará já em fevereiro.

Hugo Porta foi talvez o primeiro argentino a se destacar internacionalmente. O abertura do Banco Nación faz parte do Hall da Fama do Ruby. Além das estatísticas que depõe a seu favor, como o recorde do Guinnes Book por pontuar 7 penais e uma conversão em uma só partida, liderou tanto os Pumas quanto os Jaguares, seleção sul-americana que excursionou à África do Sul entre 1980 e 84, vencendo um jogo. Isso e mais dois Test matches contra os Springboks na Argentina, fizeram os sul-africanos o descreverem como o mestre na arte dos aberturas.

Marcou todos os pontos dos Pumas em partidas como um empate contra a França em 77, e contra os All Blacks em 1985. Venceu jogos contra a já citada França, África do Sul e Austrália. Em 1985 foi considerado o melhor jogador do mundo segundo publicações francesas especializadas.

Além do exemplo dentro e campo, que Hernández segue à risca, esperamos que sua atuação como dirigente seja frutífera para o rugby sul-americano como foi en la cancha. Comentários em sites argentinos esperam que a atuação de Porta seja melhor que aquela que demonstrou na Confederação Sul-americana.

Retorno/Retrospectiva

Dezembro 30, 2007 at 6:52 am | In Argentina, Copa, Inglaterra, Irlanda, África do Sul | 1 Comment
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Muito se passou nesses quase 4 meses de ausência. Tanto se passou que a ausência se fez necessária. Mas o que importa é que 2007 chega ao fim e 2008 vem que vem.

2007, ano de copa do mundo. Na primeira rodada eu já falei um pouco sobre o que seria a tônica de toda a competição: grandes atuações das seleções menores e jogos não tão brilhantes dos times consagrados. Pumas argentinos merecidamente (mereciam até mais) em terceiro lugar, uma Inglaterra que ressurgiu das cinzas para chegar ao bronze e a técnica e forte África do Sul levando o caneco para casa, com direito a jogar o presidente para cima durante a premiação (nada que se compare à importância de Mandela com a camisa dos Springboks em 1995).

Pouco mais de um mês depois, os mesmos Amabokoboko (versão Zulu para Springboks) levaram uma surra dos Barbarians, equipe de jogadores convidados, que tem como característica um jogo rápido e ofensivo, coisa que pouco se viu nessa copa.

O ponta veloz Brian Habana foi eleito melhor jogador do ano. Eleição muito criticada, pois só premiou os campeões sul-africanos, deixando de lado brilhantes atuações dos argentinos, por exemplo. Aliás, o próprio Habana foi atropelado pelo jogador Takudzwa Ngwenya dos EUA, considerado um dos tries mais bonitos da competição.

Hoje o técnico inglês Brian Ashton e o fullback Jason Robinson foram agraciados com honras nacionais pelas conquistas em 2007 (nada de tão especial, Jason Robinson já havia recebido a homenagem em 2003, mas é notícia fresca).

O ano vindouro já começa com campeonatos importantes em andamento e outros em preparação. Campeonatos de clubes pela europa: Heineken Cup (copa européia), European Challenge (segunda divisão européia), Guinness Premiership (copa inglesa), Magners League (liga celta), Top 14 (campeonato francês), Super 14 (copa do hemisfério sul: Nova Zelândia, África do Sul e Austrália) já estão quase na metade. Currie Cup (sul-africana) e Air New Zealand Cup (neo-zelandeza) começam no fim do ano, mas nesse meio tempo temos muitos jogos de seleções, o Six Nations na Europa e o Tri-Nations no hemisfério sul.

Falando nessas competições, já é sabido que uma delas vai ganhar mais um país participante: a Argentina. Uma reunião da IRB logo depois da copa decidiu que deve haver um esforço internacional pra incluir os Pumas em alguma calendário, para que continuem desenvolvendo o rugby. Tomara que aconteça logo, por que isso pode trazer cobertura da mídia brasileira, apoio de patrocinadores, etc… Outra coisa decidida nessa reunião foi manter 20 seleções da Copa do Mundo e não diminuir para 16 como era a idéia. As atuações de Portugal, Geórgia, EUA, Romênia, Fiji, entre outros fizeram os cartolas do rugby repensarem. E perceberam que além do espetáculo, essas atuações demonstram como alguns países são um ótimo mercado para o esporte.

E a principal promessa de ano novo, em agradecimento e homenagem àqueles que leram, comentaram, pediram, linkaram e recomendaram, é colocar esse blog pra frente, com atualizações, no mínimo, semanais. Infelizmente o projeto de layout novo vai ficar para daqui a algum tempo. Mas o filé vai continuar aqui!

PS: Na ESPN Brasil, à 00:15, hoje, dia 30/12, vai passar a reprise de um surpreendentemente bom jogo da Copa: a disputa do terceiro lugar, entre Argentina e os donos da casa, França. Surpreendente porque os dois times estavam muito decepcionados com as semi-finais, e parecia que tinham entregado os pontos.
Na hora da virada vai passar a final. E dadas as circunstâncias, deixe a TV ligada pra dar audiência, mas vá ver os fogos, e fazer tudo que se faz no ano novo…

Obrigado novamente aos leitores e, às vezes sem saber, colaboradores. Israel, Chris, Timmy, Lari (documentário saindo em breve!), Leandro, Mell, e o português FJV!

E muito rugby para todos nós em 2008, porque só ele salva!

TMO? Mais uma sigla?

Setembro 10, 2007 at 6:08 am | In Uncategorized | 5 Comments

Vou explicar quem é o TMO para não precisar repetir.

Quando acontece um lance em que o juiz principal não tem certeza se pode marcar um try ou se houve alguma irregularidade, ele pode pedir ao juiz de televisão (TMO) para analisar o material filmado, tirando assim qualquer dúvida. Ainda assim há lances em que são poucos que concordam com a decisão do TMO e do juiz, como já comentamos anteriormente.

All Blacks supera Azzura

Setembro 10, 2007 at 5:34 am | In Uncategorized | Leave a Comment
Sitiveni Sivivatu marca um de seus dois tries contra a Itália

Como esperado, os neozelandeses deram um sacode na Itália. Até aí nenhuma surpresa, os76 pondos dos homens de preto foram justos e, no mínimo, esperados. McCaw, o asa considerado melhor jogador do ano de 2006, marcou 2 tries logo nos primeiros 10 minutos. Convertidos pelo abertura Dan Carter que, além de ser um colírio para as meninas, foi considerado o melhor jogador do ano em 2005. Entre outros astros, artilheiros e, sem dúvidas, grandes jogadores em uma grande equipe, uma aula de rugby: mauls longos e compridos, bem dirigidos, rucks eficientes, inversões de posse, passes e chutes precisos. Dos 11 tries, 3 foram do ponta Doug Howlett, que igualou o recorde de 46 tries pelos All Blacks que era é do lendário Christian Cullen.

Uma coisa que não estava nos planos de ninguém eram os dois tries Italianos. No final do primeiro tempo, depois de lutar bastante para segurar os kiwis e ficar durante um bom tempo tentando avançar dentro dos 22 metros adversários (o que levou o público a delírio), o ponta italiano Marko Stanojevic intercepta um passe e corre 60 metros para fazer o try de honra do primeiro tempo. No segundo tempo, que começou em 43 X 7, os All Blacks fizeram um par de tries com Howlett, outro par de tries de Jerry Collins, o segunda linha de cabelo amarelo e um com Chris Jack, o outro segunda-linha. Então aos 70 minutos Bergamasco faz mais um para salvar a pátria, penal convertido, o placar ficou em 76 X 14. Mesmo depois de um try confuso dos italianos ser anulado sob vaia para o TMO (Television Match Official- Juiz de televisão). “Foi uma excelente experiência para todos nós e nos mostrou o que temos que fazer para melhorar nosso jogo”, disse o técnico italiano. Ele comentou sobre a pressão do mito negro que ronda os kiwis: “Ficou claro que nosso jogo era muito passivo.. obviamente tinha algo errado ali”, “o começo da partida foi muito difícil, é claro que houve um descontrole mental”

Se com um time com história recente os All Blacks permitiram 2 tries imaginem contra outra equipe mais preparada?

Nova Zelândia: 5 pontos
Itália: 0 pontos

Soy un Puma!

Setembro 10, 2007 at 2:47 am | In Uncategorized | 2 Comments
Corleto comemora o try argentino

Seleção argentina faz história e vence o jogo de abertura contra os anfitriões franceses. É a segunda vez que isso acontece na história das Copas. Vencendo por 17 X 12, os argentinos começaram a derrubar o favoritismo dos “Bleus”.

A última sexta-feira foi de festa em Buenos Aires. Com um try do rápido full back Ignacio Corleto e quatro conversões de Felipe Contepomi ainda no primeiro tempo de jogo os representantes sul-americanos dominaram uma França nervosa que cometeu muitos erros. A pressão sobre o time da casa foi grande demais, até o Presidente francês Nicolas Sarkozy disse que espera o titulo da equipe. As conversões do abertura francês David Skrela não foram suficientes para acalmar seu companheiros de equipe, até porque alguns chutes foram desperdiçados no segundo tempo.

O forte pack argentino jogou um balde de água fria nos Bleus (ou Frogs) pois nenhum time campeão perdeu algum jogo na etapa classificatória. “Quando voce começa uma Copa do Mundo e é imperante vencer a partida e você perde, só uma coisa pode ser dita: o céu está caindo sobre sua cabeça.”, disse o desapontado técnico francês Bernard Laporte. Assustados com o ímpeto que os hermanos demonstraram desde o apito inicial, os franceses perderam sua tradicional precisão e cometeram algumas penalidades que custaram pontos valiosos.

Com grande experiência em campos franceses, um dos destaques da seleção argentina foi o capitão Agustín Pichot (meio-scrum), que foi campeão francês esse ano jogando pelo Sade-Francais, um clube parisiense. No mesmo clube jogam também o full back Corleto, autor do try argentino, o abertura Juan Martín Hernández e o pilar Pedro Ledesma. Um dos colegas franceses de time é o já mencionado Skrela.

Fiquem de olho na pontuação!
Argentina: 4 pontos
França: 1 ponto

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