Michalak na história da Currie Cup

Outubro 29, 2008 at 2:37 am | In Currie Cup, França, África do Sul | Leave a Comment
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Só um comentário interessante a respeito da partida do último sábado.

Frédéric Michalak em ação pelos Sharks

Frédéric Michalak em ação pelos Sharks

Frédéric Michalak foi o terceiro jogador francês a vencer um campeonato no Hemisfério Norte e um no Hemisfério Sul. Campeão com os Sharks e com o Toulouse (Top 14 em 2001, e Heineken Cup em 2002-3), o abertura se juntou a Thierry Lacroix, que foi campeão em 95 e 96 com os mesmos Sharks. O segundo da lista é Olivier Roumat, terceira linha contemporâneo de Lacroix, que jogou ao seu lado a vitória de 1996.

Shark attack na final da Currie Cup!

Outubro 29, 2008 at 2:36 am | In Currie Cup, Vídeo, África do Sul | 1 Comment
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Jogadores comemoram a vitória em Durban

Jogadores comemoram a vitória em Durban

Depois de 12 anos de jejum de títulos, os Sharks passearam sobre o Vodacom Blue Bulls, se vingando da derrota do ano passado no Super 14, e levando a Currie Cup de volta para a província de KwaZulu-Natal.

Veja aqui os melhores momentos do jogo. Mais uma vez trazido pelos nossos amigos do RugbyDump!

Scrum-half Pienaar apoia a bola para abrir o placar da final

Scrum-half Pienaar apoia a bola para abrir o placar da final

Um try do scrum-half Ruan Pienaar no começo do primeiro tempo (22′) garantiu segurança para os Sharks, que viraram o primeiro tempo 7-3, e fecharam o placar com o centro Francois Steyn colocando a bola no chão aos 59 minutos, para delírio dos fãs que lotaram o Kings Park, em Durban. Segundo números oficiais, foram vendidos todos os 54 mil lugares, mas no dia “só” 50.385 pessoas entraram.

Mas nem todo o tempo foi fácil para o time da casa. Em um jogo muito fechado e duro, os Blue Bulls também tiveram algumas oportunidades, que foram perdidas. Morné Steyn converteu um penal e dois drop-goals, dando a impressão de que os Bulls de Pretoria ainda tinham chances de chegar à vitória, assim como a final do Super-14 em 2007, que viu os Bulls virarem o placar aos 82 minutos de jogo. Mas a partida era dos estrelados Natal Sharks e nada tiraria a vitória deles.

Francois Steyn mergulha no in-goal dos Blue Bulls

Francois Steyn mergulha no in-goal dos Blue Bulls

O jogo em si, não foi só uma final, não foi só um clássico. Foi um espetáculo com 24 Springboks, 25 jogadores de seleção, contado Frederic Michalak. Desses, 15 são campeões da Copa do Mundo. De um lado, Habana, o jogador do ano em 2007; do outro, o lendário #10 francês Michalak e, no banco, o capitão Springbok, John Smit.

P.S.: Eu acho que esse é um dos motivos pela vitória dos Sharks.

Clássico na final da Currie Cup 2008

Outubro 22, 2008 at 9:10 pm | In Currie Cup, África do Sul | Leave a Comment
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Habana mergulha no in-goal dos Sharks

Habana, do Bulls mergulha no in-goal dos Sharks

Um clássico sulafricano, no próximo dia 25, vai decidir quem lea a Currie Cup para casa. Natal Sharks e Blue Bulls devem lotar o estádio Kings Park, em Durban, com capacidade para 55.000 torcedores.

Com alguns Springboks campeões mundiais em campo, entre eles Brian Habanna, considerado o melhor jogador do ano em 2007, o clima promete ficar pesado!

Os times repetem nesse sábado a histórica final do Super 14 de 2007, quando, pela primeira vez, os dois finalistas eram sulafricanos. Daquela vez quem levou a taça foram os Bulls, que venceram por apenas um ponto (20 -19).

Parisse e os jogadores do ano

Outubro 15, 2008 at 3:02 am | In Uncategorized | Leave a Comment

Continuando a saga do vídeo de semana passada, vou falar hoje sobre o número 6 que fez a jogada com o Hernández: o italiano Sergio Parisse.

Parisse comemora uma vitória azzurra

O capitão italiano comemora uma vitória azzurra


Capitão da seleção italiana vestindo a número 8, Parisse foi um dos 5 indicados para o Prêmio de Jogador do Ano do IRB. Naturalizado italiano, mas nascido em La Plata, na Argentina, Parisse é o primeiro italiano a ser indicado para o prêmio.

Parisse disputa bola com Shane Williams, em jogo do 6 Nations de 2007

Parisse em disputa com Shane Williams, no jogo do 6 Nations de 2007 em que a Itália venceu por 23-20

O scrum-half escocês Mike Blair, o abertura All Black Dan Carter (vencedor de 2005), e a dupla galesa Shane Williams e Ryan Jones, respectivamente ponta e oitavo, são os outros indicados ao prêmio que acontecerá no dia 23 de novembro, em Londres.


“O Prêmio de Jogador do Ano do IRB é o maior reconhecimento que um jogador pode receber, e leva em conta performances em todos as partidas de seleções jogadas durante o ano, incluindo o RBS Six Nations, Tri Nations, e os Tests de junho/julho,” comenta Bernard Lapasset, presidente do IRB.


Os encarregados para escolher os 5 indicados foram Tana Umaga (Nova Zelândia), Raphaël Ibanez (França), Will Greenwood (Inglaterra), Francois Pienaar (África do Sul), Agustin Pichot (Argentina), Gavin Hastings (Escócia), Scott Quinnell (Gales), Paul Wallace (Irlanda) e John Eales (Austrália), que analisaram mais de 47 horas de ação em 35 partidas, dando pontos aos 3 jogadores que na opinião deles, se destacaram em cada embate.


E para o deleite das meninas que lêem o blog, a última campanha da D&G com jogadores italianos Sergio Parisse, Denis Dallan, Ezio Galon, Andrea Masi and Gonzalo Canale.

Gasnier e a moda do Cross-code.

Outubro 2, 2008 at 8:17 pm | In França, Top 14 | 1 Comment
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Mark Gasnier corre para marcar seu primeiro try em território Union

O cara chegou agora, mas não tem nada de novato. Mark Gasnier já marcou 77 tries em 134 partidas no NRL (National Rugby League) pelo St. George Illawarra Dragons, e 15 caps pela Seleção Australiana, marcando 11 vezes.

O ponta, que já marcou um try em sua estréia no Union, pelo Stade Français, receberá um milhão de dólares por ano. Esse tipo de oferta, mais a possibilidade de jogar nas seleções nacionais de Union vêm atraindo muitos jogadores para a troca de códigos, ou cross-code.

Alguns jogadores, como Lote Tuqiri, Jason Robinson e Lesley Vainikolo, fizeram a transição de códigos com muito sucesso. Vainikolo, que atualmente joga pelo Gloucester, nasceu em Tonga, mas foi criado na Nova Zelândia, seleção que representou no League. Quando mudou de código, tinha 3 possibilidades: Tonga, por nascimento, Nova Zelândia, por parentesco, e Inglaterra por residência. Optou pela Inglaterra e, como já comentamos, foi selecionado para o time da rosa vermelha depois de apenas 9 jogos no Union.

Jason Robinson, um caso extremo, foi uma grande estrela no League, jogando 12 vezes pela seleção britânica e 7 pela seleção inglesa. Em 1996 começou também a jogar Union pelo Bath, e em 2000 trocou definitivamente de código. Em 2001 ganhou seu primeiro boné na seleção Inglesa, onde marcou 140 pontos em 51 aparições. Fora uma brilhante carreira em clube.

Outro caso à parte é o que envolve Sonny Bill Williams, jogador neozelandês de league que abandonou o clube australiano Bulldogs para jogar no Toulouse. Sim, o mesmo que contratou Tana Umaga e outros vários jogadores veteranos. Bill Williams quebrou o contrato com seu clube de league, gerando uma tremenda cobertura das mídias internacionais.

O êxodo de algumas estrelas do League para o Union se deve, segundo David Gallop, à incapacidade de clubes australianos em oferecer o mesmo que clubes como o Stade Français. Chefão da NRL, David diz que “a realidade que todos devem aceitar é que não dá para inventar dinheiro, e que clubes da NRL não conseguem competir com um milhão de dólares em um ano por um só jogador.”

Enquanto esses “cross-coders” criarem belas jogadas como as de Jonah Lomu (sim, ele também começou no league!) ou de Jason Robinson, que continuem vindo para o Union!

Um vídeo, várias histórias

Outubro 2, 2008 at 12:19 am | In França, Top 14, Vídeo | 2 Comments
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E vamos recomeçar com mais um vídeo dos nossos amigos do RugbyDump. Saiu logo depois da última rodada do Top 14, o campeonato francês de clubes, que já está pegando fogo.

No topo da tabela está o Stade Français, 13 vezes campeão, e um dos melhores clubes europeus da atualidade. O vídeo vem do jogo entre Stade Français e Bourgoin, que aconteceu no dia 26 de setembro, e acabou 32 a 25 para os líderes parisienses.

Uma jogada espetacular, que começa com um ruck rápido e limpo e um bom passe do inside-half Alexandre Albouy para o mago argentino Hernández. Um belo movimento do abertura com Sergio Parisse, voltando a bola para as mão de Hernandez, que quebra a marca e abre para o full-back/abertura Lionel Beauxis, que apenas pendura a bola para o estreante Gasnier. O australiano ainda escapa de ser segurado por um jogador do Bourgoin para correr por dentro do ingoal e marcar no meio dos postes.

Além da espetacular jogada, o vídeo dá espaço para outras histórias, que eu vou acabar dividindo em outros posts.
Um é a estréia de Mark Gasnier, jogador australiano de League, um dos mais recentes “cross-coders” e a moda que isso se tornou.
O terceira linha Parisse, que foi indicado para o prêmio de Melhor Jogador do Ano do IRB.
E claro, o próprio Top 14, que promete esquentar ainda mais.

Enquanto isso, no mundo do rugby…

Outubro 1, 2008 at 2:26 am | In Uncategorized | Leave a Comment

Pois é, minha gente, nosso blog parece sofrer de DDA, por isso passa alguns meses sem postagens. Infelizmente algumas notícias acabam ficando para trás.

Desde o último post em Maio (vergonha) falando da Magners League, muita coisa aconteceu:
O Munster, da Irlanda, time para o qual eu torço e sempre falo, foi campeão da Heineken Cup.
O Wasps levou de novo a taça Inglesa, vencendo os tigres de Leicester, repetindo a dose da Heineken 06/07.
Triple Crown já seria suficiente para elevar a moral dos dragões galeses? Então segura o Grand Slam e o título do Six Nations!
No hemisfério sul (de quem eu vou tentar falar um pouco mais), os australianos do Waratahs não foram páreo para Richie McCaw e seus Crusaders.
A Currie Cup já começou e está para acabar! dia 3 e dia 4 tem os últimos jogos das etapas em chaves, e dias 11 e 25 são as semi-finais e finais.
Um monte de jogadores se machucou seriamente, por exemplo o inglês Danny Cipriani, o novo abertura sensação, que teve o tornozelo fraturado em um jogo pelo Wasps. Mas como eu demorei tanto para voltar a postar ele já até se recuperou, diga-se de passagem, com DOIS meses de antecedência. (Nota mental: fazer um perfil do sujeito e postar o vídeo da fratura.) Até o clássico Wilkinson se machucou, voltou e já é estrela de novo.
Mais alguns jogadores se aposentaram, como é o recente caso de Percy Montgomery, o full back sul-africano que realizou sua centésima segunda partida pelos Springboks a algumas semanas.

Essa semana ainda o calendário será atualizado com as datas dos campeonatos que já estão a começar.

A Magners começou dia 5. Premiership no dia 6. Heineken dia 10 de outubro.
Super 14 só em fevereiro do ano que vem (talvez por isso o êxodo dos jogadores do sul para o norte). Mas ano que vem os play-offs terão 6 times, e não apenas quatro como de costume.
A Air New Zealand Cup está de vento em popa, e assim como a Currie Cup, acaba no dia 25.

O Tri nations vai acabou a algumas semanas, com o encontro dos All Blacks e os cangurus australianos. O australianos vinham de uma ótima campanha, mas com uma atuação digna de vaias contra os sul-africanos no dia 13 de setembro (53-08), e os All Blacks que não vinham jogando tão bem fizeram cair uma chuva de pontos sobre os samoanos em um amistoso no meio daquela semana (101-14). Quem ganhou levou a taça que, de 13 torneios, ficou pela nona vez na sala de troféus dos Neozelandeses, e apenas 2 anos em cada um dos outros países.

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