Irlanda vence o Six Nations e Grand Slam

Março 23, 2009 at 6:40 am | In Irlanda, País de Gales, Six Nations | 1 Comment
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Irlanda campeã do Six Nations e do Grand Slam sobre Gales.

Irlanda campeã do Six Nations e do Grand Slam sobre Gales.

A seleção irlandesa venceu, no último sábado (21/03), o País de Gales, na final do Six Nations, torneio anual entre as seleções de países britânicos mais a França e Itália. O time também comemorou um título aguardado há muito tempo, o Grand Slam, um troféu para a equipe que vence as outras 5 nações.

O País de Gales era o favorito para a competição, uma vez que no ano passado saiu invicto do campeonato. Mas o time dos dragões galeses acabou abaixando o fogo quando sofreu uma derrota para a seleção francesa.

Os garotos do técnico Declan Kidney conseguiram evitar a derrota para Gales nos últimos minutos do jogo com um drop-goal de Ronan O’Gara, terminando o jogo em 17-15.

Ronan O'Gara, de verde, converte o drop-goal.

Ronan O'Gara, número 10, converte o drop-goal da vitória.

O evento marcou a quebra histórica do tabu de 61 anos sem Grand Slams. Para isso, os irlandeses passaram pelos franceses (30-21), pela italianos (38-9), ingleses (14-13), escoceses (22-15) e pela grande final contra Gales (17-15).

Muitas histórias poderiam ser contadas sobre esse título. Ele marcou a volta (mesmo que breve) do número 9 para Peter Stringer, salvando o time no jogo contra a Escócia ao fazer exatamente o que era criticado por não fazer: quebrar a linha defensiva. Poderia falar dos erros cometidos por Warren Gatland, técnico do País de Gales, dentro de campo, ao escalar um time de novatos contra  itália e ficando dependendo de 13 pontos de diferença, ou fora de campo ao dar declarações dúbias. Ou parabenizar Declan Kidney e os jogadores do Munster que foram a base dessa equipe campeã.

E para quem não viu o jogo em algum canal do justin.tv, aí vai um vídeo com os melhores momentos (thanks rugbydump!) e um resumo do jogo.

O’Gara perde uma oportunidade de conversão no início do jogo, e, aos quinze minutos, acontece o primeiro lance perigoso, mas Brian O’Driscoll acaba passando a bola para frente dentro das 5 galesas. Daí em diante foi um enrosco no meio de campo até os 32 minutos, quando o abertura Stephen Jones abre o placar para o País de Gales convertendo um penal. 6 minutos depois, e a 49 metros dos paus, Jones acerta mais uma conversão de penal, 6-0 no intervalo de jogo. Para Gales, o placar ainda não era satisfatório, pois precisavam de 13 pontos de diferença para se sagrarem campeões do 6 Nations de 2009.

Aos 3 minutos do segundo tempo, depois de algumas fases dentro das 5 de Gales, Brian O’Driscoll coloca a bola no chão e O’Gara converte, virando o jogo. Três minutos depois, O’Gara chuta cruzado para o ponta Tommy Bowe, que corre com a pelota para o meio dos postes e marca mais um try convertido. Aos 10 e 15 minutos do segundo tempo, Stephen Jones volta a converter penalidades, se aproveitando da indisciplina do time irlandês e diminuindo a  diferença para 14-12.

Quando faltavam 5 minutos para o apito final, Gales já não tinha esperanças do título, mas ainda podia vencer a partida e acabar com o sonho dos irlandeses. Stephen Jones acerta um drop-goal a 20 metros dos postes e coloca os galeses um ponto na frente. 2 minutos depois, em uma jogada muito semelhante, o scrum-half Peter Stringer abre a bola de um ruck e põe nas mãos de O’Gara, que chuta com facilidade, colocando a Irlanda na frente e reascendendo o sonho do Grand Slam. Mas com os relógios já marcando o fim da partida, Gales ainda tem uma chance, com uma penalidade a 48 metros da linha de try. Dessa vez o chute de Jones fica a poucos metros do travessão, e a vitória é da Irlanda, acabando com uma agonia que durou 61 anos.

Stand up and FIGHT!

Novembro 19, 2008 at 3:55 am | In Irlanda, Nova Zelândia, Vídeo | 3 Comments
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No dia 30 de outubro de 1978, véspera de halloween, uns caras (amadores) de uma cidadela da Irlanda, Limerick, e que jogavam em um time local, deram um cacete na seleção mais temida do esporte (then and now). Um try convertido e um drop goal em cada tempo, o suficiente, na época, para deixar o placar em 12-0. O Munster, de vermelho, manchou para sempre a história dos All Blacks.

Mais de 30 anos depois, os times voltaram a se enfrentar. Em comemoração ao aniversário do jogo e à reforma (quase reconstrução) do Thomond Park, estádio em Limerick. Novamente pôde-se ouvir a multidão cantar em auto e bom som a canção irlandesa “Fields of Athenry”. Novamente pôde-se ouvir o silêncio tradicional do “Red Army”. O mesmo para Haka dos neo-zelandeses. Mas dessa vez, os All Blacks tiveram que encarar o próprio Haka. Tiveram que ver e ouvir as palavras e a dança ameaçadoras que sempre entoaram: “É a morte! É a morte! É a vida! É a vida!…”. Os quatro kiwis do Munster, Rua Tipoki, Doug Howlett, Lifeimi Mafi e Jeremy Manning bateram as mãos e os pés aos gritos do Ka Mate, enquanto os compatriotas ficavam só observando, para delírio dos 26.000 espectadores.

Howlett, Mafi e  Tipoki fazem o Haka contras os All Blacks

Howlett, Mafi e Tipoki fazem o Haka contra os All Blacks

O jogo não foi diferente do embate de Hakas. O Munster e seus kiwis supreenderam no início, mas no final das contas o pegada era quase a mesma. Um pouco mais de garra pelo lado irlandês, mas os All Blacks eram estáveis, segurando a partida.

Tive o prazer de ver a partida ao vivo pela internet. Que jogo! Eletrizante, frenético, daqueles que você chama os amigos que nem entendem rugby, só pelo fato de ser bem jogado, lances bonitos, emocionantes. Cada ruck era muito brigado até que Peter Springer ou Piri Weepu tirassem a bola dali.

Os meninos de Cork saíram na frente aos 8 minutos, com um penal convertido de Paul Warwick, abertura que teve de cobrir a ausência de Ronan O’Gara. Votaram para o segundo tempo com o placar marcando 16-10, e se mantiveram na frente até que Joe Rokocoko mandou um belo side-step para cima de Howlett e, aos 75 minutos de jogo, caiu com Stringer pendurado nas costas, no canto esquerdo do in-goal. E assim os All Blacks conseguiram escapar de outra derrota histórica.

Haka e os tries da partida:

Michalak na história da Currie Cup

Outubro 29, 2008 at 2:37 am | In Currie Cup, França, África do Sul | Leave a Comment
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Só um comentário interessante a respeito da partida do último sábado.

Frédéric Michalak em ação pelos Sharks

Frédéric Michalak em ação pelos Sharks

Frédéric Michalak foi o terceiro jogador francês a vencer um campeonato no Hemisfério Norte e um no Hemisfério Sul. Campeão com os Sharks e com o Toulouse (Top 14 em 2001, e Heineken Cup em 2002-3), o abertura se juntou a Thierry Lacroix, que foi campeão em 95 e 96 com os mesmos Sharks. O segundo da lista é Olivier Roumat, terceira linha contemporâneo de Lacroix, que jogou ao seu lado a vitória de 1996.

Shark attack na final da Currie Cup!

Outubro 29, 2008 at 2:36 am | In Currie Cup, Vídeo, África do Sul | 1 Comment
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Jogadores comemoram a vitória em Durban

Jogadores comemoram a vitória em Durban

Depois de 12 anos de jejum de títulos, os Sharks passearam sobre o Vodacom Blue Bulls, se vingando da derrota do ano passado no Super 14, e levando a Currie Cup de volta para a província de KwaZulu-Natal.

Veja aqui os melhores momentos do jogo. Mais uma vez trazido pelos nossos amigos do RugbyDump!

Scrum-half Pienaar apoia a bola para abrir o placar da final

Scrum-half Pienaar apoia a bola para abrir o placar da final

Um try do scrum-half Ruan Pienaar no começo do primeiro tempo (22′) garantiu segurança para os Sharks, que viraram o primeiro tempo 7-3, e fecharam o placar com o centro Francois Steyn colocando a bola no chão aos 59 minutos, para delírio dos fãs que lotaram o Kings Park, em Durban. Segundo números oficiais, foram vendidos todos os 54 mil lugares, mas no dia “só” 50.385 pessoas entraram.

Mas nem todo o tempo foi fácil para o time da casa. Em um jogo muito fechado e duro, os Blue Bulls também tiveram algumas oportunidades, que foram perdidas. Morné Steyn converteu um penal e dois drop-goals, dando a impressão de que os Bulls de Pretoria ainda tinham chances de chegar à vitória, assim como a final do Super-14 em 2007, que viu os Bulls virarem o placar aos 82 minutos de jogo. Mas a partida era dos estrelados Natal Sharks e nada tiraria a vitória deles.

Francois Steyn mergulha no in-goal dos Blue Bulls

Francois Steyn mergulha no in-goal dos Blue Bulls

O jogo em si, não foi só uma final, não foi só um clássico. Foi um espetáculo com 24 Springboks, 25 jogadores de seleção, contado Frederic Michalak. Desses, 15 são campeões da Copa do Mundo. De um lado, Habana, o jogador do ano em 2007; do outro, o lendário #10 francês Michalak e, no banco, o capitão Springbok, John Smit.

P.S.: Eu acho que esse é um dos motivos pela vitória dos Sharks.

Clássico na final da Currie Cup 2008

Outubro 22, 2008 at 9:10 pm | In Currie Cup, África do Sul | Leave a Comment
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Habana mergulha no in-goal dos Sharks

Habana, do Bulls mergulha no in-goal dos Sharks

Um clássico sulafricano, no próximo dia 25, vai decidir quem lea a Currie Cup para casa. Natal Sharks e Blue Bulls devem lotar o estádio Kings Park, em Durban, com capacidade para 55.000 torcedores.

Com alguns Springboks campeões mundiais em campo, entre eles Brian Habanna, considerado o melhor jogador do ano em 2007, o clima promete ficar pesado!

Os times repetem nesse sábado a histórica final do Super 14 de 2007, quando, pela primeira vez, os dois finalistas eram sulafricanos. Daquela vez quem levou a taça foram os Bulls, que venceram por apenas um ponto (20 -19).

Parisse e os jogadores do ano

Outubro 15, 2008 at 3:02 am | In Uncategorized | Leave a Comment

Continuando a saga do vídeo de semana passada, vou falar hoje sobre o número 6 que fez a jogada com o Hernández: o italiano Sergio Parisse.

Parisse comemora uma vitória azzurra

O capitão italiano comemora uma vitória azzurra


Capitão da seleção italiana vestindo a número 8, Parisse foi um dos 5 indicados para o Prêmio de Jogador do Ano do IRB. Naturalizado italiano, mas nascido em La Plata, na Argentina, Parisse é o primeiro italiano a ser indicado para o prêmio.

Parisse disputa bola com Shane Williams, em jogo do 6 Nations de 2007

Parisse em disputa com Shane Williams, no jogo do 6 Nations de 2007 em que a Itália venceu por 23-20

O scrum-half escocês Mike Blair, o abertura All Black Dan Carter (vencedor de 2005), e a dupla galesa Shane Williams e Ryan Jones, respectivamente ponta e oitavo, são os outros indicados ao prêmio que acontecerá no dia 23 de novembro, em Londres.


“O Prêmio de Jogador do Ano do IRB é o maior reconhecimento que um jogador pode receber, e leva em conta performances em todos as partidas de seleções jogadas durante o ano, incluindo o RBS Six Nations, Tri Nations, e os Tests de junho/julho,” comenta Bernard Lapasset, presidente do IRB.


Os encarregados para escolher os 5 indicados foram Tana Umaga (Nova Zelândia), Raphaël Ibanez (França), Will Greenwood (Inglaterra), Francois Pienaar (África do Sul), Agustin Pichot (Argentina), Gavin Hastings (Escócia), Scott Quinnell (Gales), Paul Wallace (Irlanda) e John Eales (Austrália), que analisaram mais de 47 horas de ação em 35 partidas, dando pontos aos 3 jogadores que na opinião deles, se destacaram em cada embate.


E para o deleite das meninas que lêem o blog, a última campanha da D&G com jogadores italianos Sergio Parisse, Denis Dallan, Ezio Galon, Andrea Masi and Gonzalo Canale.

Gasnier e a moda do Cross-code.

Outubro 2, 2008 at 8:17 pm | In França, Top 14 | 1 Comment
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Mark Gasnier corre para marcar seu primeiro try em território Union

O cara chegou agora, mas não tem nada de novato. Mark Gasnier já marcou 77 tries em 134 partidas no NRL (National Rugby League) pelo St. George Illawarra Dragons, e 15 caps pela Seleção Australiana, marcando 11 vezes.

O ponta, que já marcou um try em sua estréia no Union, pelo Stade Français, receberá um milhão de dólares por ano. Esse tipo de oferta, mais a possibilidade de jogar nas seleções nacionais de Union vêm atraindo muitos jogadores para a troca de códigos, ou cross-code.

Alguns jogadores, como Lote Tuqiri, Jason Robinson e Lesley Vainikolo, fizeram a transição de códigos com muito sucesso. Vainikolo, que atualmente joga pelo Gloucester, nasceu em Tonga, mas foi criado na Nova Zelândia, seleção que representou no League. Quando mudou de código, tinha 3 possibilidades: Tonga, por nascimento, Nova Zelândia, por parentesco, e Inglaterra por residência. Optou pela Inglaterra e, como já comentamos, foi selecionado para o time da rosa vermelha depois de apenas 9 jogos no Union.

Jason Robinson, um caso extremo, foi uma grande estrela no League, jogando 12 vezes pela seleção britânica e 7 pela seleção inglesa. Em 1996 começou também a jogar Union pelo Bath, e em 2000 trocou definitivamente de código. Em 2001 ganhou seu primeiro boné na seleção Inglesa, onde marcou 140 pontos em 51 aparições. Fora uma brilhante carreira em clube.

Outro caso à parte é o que envolve Sonny Bill Williams, jogador neozelandês de league que abandonou o clube australiano Bulldogs para jogar no Toulouse. Sim, o mesmo que contratou Tana Umaga e outros vários jogadores veteranos. Bill Williams quebrou o contrato com seu clube de league, gerando uma tremenda cobertura das mídias internacionais.

O êxodo de algumas estrelas do League para o Union se deve, segundo David Gallop, à incapacidade de clubes australianos em oferecer o mesmo que clubes como o Stade Français. Chefão da NRL, David diz que “a realidade que todos devem aceitar é que não dá para inventar dinheiro, e que clubes da NRL não conseguem competir com um milhão de dólares em um ano por um só jogador.”

Enquanto esses “cross-coders” criarem belas jogadas como as de Jonah Lomu (sim, ele também começou no league!) ou de Jason Robinson, que continuem vindo para o Union!

Um vídeo, várias histórias

Outubro 2, 2008 at 12:19 am | In França, Top 14, Vídeo | 2 Comments
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E vamos recomeçar com mais um vídeo dos nossos amigos do RugbyDump. Saiu logo depois da última rodada do Top 14, o campeonato francês de clubes, que já está pegando fogo.

No topo da tabela está o Stade Français, 13 vezes campeão, e um dos melhores clubes europeus da atualidade. O vídeo vem do jogo entre Stade Français e Bourgoin, que aconteceu no dia 26 de setembro, e acabou 32 a 25 para os líderes parisienses.

Uma jogada espetacular, que começa com um ruck rápido e limpo e um bom passe do inside-half Alexandre Albouy para o mago argentino Hernández. Um belo movimento do abertura com Sergio Parisse, voltando a bola para as mão de Hernandez, que quebra a marca e abre para o full-back/abertura Lionel Beauxis, que apenas pendura a bola para o estreante Gasnier. O australiano ainda escapa de ser segurado por um jogador do Bourgoin para correr por dentro do ingoal e marcar no meio dos postes.

Além da espetacular jogada, o vídeo dá espaço para outras histórias, que eu vou acabar dividindo em outros posts.
Um é a estréia de Mark Gasnier, jogador australiano de League, um dos mais recentes “cross-coders” e a moda que isso se tornou.
O terceira linha Parisse, que foi indicado para o prêmio de Melhor Jogador do Ano do IRB.
E claro, o próprio Top 14, que promete esquentar ainda mais.

Enquanto isso, no mundo do rugby…

Outubro 1, 2008 at 2:26 am | In Uncategorized | Leave a Comment

Pois é, minha gente, nosso blog parece sofrer de DDA, por isso passa alguns meses sem postagens. Infelizmente algumas notícias acabam ficando para trás.

Desde o último post em Maio (vergonha) falando da Magners League, muita coisa aconteceu:
O Munster, da Irlanda, time para o qual eu torço e sempre falo, foi campeão da Heineken Cup.
O Wasps levou de novo a taça Inglesa, vencendo os tigres de Leicester, repetindo a dose da Heineken 06/07.
Triple Crown já seria suficiente para elevar a moral dos dragões galeses? Então segura o Grand Slam e o título do Six Nations!
No hemisfério sul (de quem eu vou tentar falar um pouco mais), os australianos do Waratahs não foram páreo para Richie McCaw e seus Crusaders.
A Currie Cup já começou e está para acabar! dia 3 e dia 4 tem os últimos jogos das etapas em chaves, e dias 11 e 25 são as semi-finais e finais.
Um monte de jogadores se machucou seriamente, por exemplo o inglês Danny Cipriani, o novo abertura sensação, que teve o tornozelo fraturado em um jogo pelo Wasps. Mas como eu demorei tanto para voltar a postar ele já até se recuperou, diga-se de passagem, com DOIS meses de antecedência. (Nota mental: fazer um perfil do sujeito e postar o vídeo da fratura.) Até o clássico Wilkinson se machucou, voltou e já é estrela de novo.
Mais alguns jogadores se aposentaram, como é o recente caso de Percy Montgomery, o full back sul-africano que realizou sua centésima segunda partida pelos Springboks a algumas semanas.

Essa semana ainda o calendário será atualizado com as datas dos campeonatos que já estão a começar.

A Magners começou dia 5. Premiership no dia 6. Heineken dia 10 de outubro.
Super 14 só em fevereiro do ano que vem (talvez por isso o êxodo dos jogadores do sul para o norte). Mas ano que vem os play-offs terão 6 times, e não apenas quatro como de costume.
A Air New Zealand Cup está de vento em popa, e assim como a Currie Cup, acaba no dia 25.

O Tri nations vai acabou a algumas semanas, com o encontro dos All Blacks e os cangurus australianos. O australianos vinham de uma ótima campanha, mas com uma atuação digna de vaias contra os sul-africanos no dia 13 de setembro (53-08), e os All Blacks que não vinham jogando tão bem fizeram cair uma chuva de pontos sobre os samoanos em um amistoso no meio daquela semana (101-14). Quem ganhou levou a taça que, de 13 torneios, ficou pela nona vez na sala de troféus dos Neozelandeses, e apenas 2 anos em cada um dos outros países.

Antes que fique distante…

Maio 9, 2008 at 4:21 am | In Magners League | Leave a Comment
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Só para ilustrar o que foi dito 3 posts atrás, uma breve cobertura multimídia da
vitória do Leinster.

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